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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

My life is based on a true story

Os anseios adolescentes que muitos de nós temos de aprovação, segurança máxima e romance perfeito - anseios esses que são próprios de dezassete anos de idade e não dos trinta, como já tenho - provam ser um modo impossível de vida para mim.

Já apanhei imensas sovas em todas estas áreas por não ser capaz de crescer emocional e espiritualmente.

À medida que vamos crescendo espiritualmente, descobrimos que as  nossas velhas atitudes em relação aos nossos instintos têm de sofrer uma revisão drástica. Os nossos desejos de segurança emocional e riqueza, prestigio pessoal e poder, romance e realização familiar têm todos de ser equilibrados e reorientados.
Aprendemos que a satisfação dos nossos instintos não pode ser a única finalidade nem o único objectivo da nossa vida. Pormos os instintos em primeiro lugar é como por a carroça diante dos bois e, se o fizermos, voltaremos a cair nas desilusões anteriores. Ao pormos, porém, o nosso crescimento pessoal em primeiro lugar, então e só então, é que teremos uma verdadeira oportunidade de progredir em termos de um discernimento saudável e de um amor adulto.

sábado, 7 de janeiro de 2012


The human body is designed to compensate for loss. It adapts so it no longer needs the thing it cannot have but sometimes the loss is too great and the body can’t compensate on its own. That’s when surgeons get involved.
… We’re so hopefully at the beginning of things that it seems like theres only a world to be gained not lost. They say the inability to accept loss is a form of insanity. It’s probably true but sometimes it’s the only way to stay alive.
There are distinct differences between male and female brain. Female brains have a larger hippocampus which usually makes them better at the tension and memory. Male brains have a bigger parietal cortex which helps when fending off an attack. Male brains confront challenges differently then female brains. Women are hard wired to communicate with language, detail, empathy. Men? Not so much. It doesn’t mean we’re any less capable of emotion. We can talk about our feelings, it’s just that, most of the time, we really rather not.
…
“Be a man”, people say all the time but what does that even mean? Is it about strength? Is it about sacrifice? Is it about winning? Maybe it’s more simple than that. You have to know when not to man up. Sometimes it takes a real man to set his ego aside, admit defeat and simply start all over again.






segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

saudade.


Estranhei-te.
Deixei de te conhecer.
Acabei por já não te ver mais.
Tu eras somente memórias filtradas em flashes de pensamentos
Uma relação em ruínas, reconstruída num puzzle de escombros que fui coleccionando.

Não eras mais se não que uma saudade que nunca morre,
e que nunca se deixa matar.
Vive para ser suicida após cada reencontro.

domingo, 10 de abril de 2011


Vivemos tempos de completa deterioração nos nossos valores. Uma vergonha um ultraje!
O ser humano vê sistematicamente o seu código genético ser alterado e nada consegue fazer para mudar isto, somente minorar os danos. Ainda sou do tempo que as mulheres nasciam com o gene dos seios fartos, o qual não aconteceu comigo, mas actualmente muitas nascem com uma conta poupança para implantarem silicone.


Numa conversa com uma amiga minha "sortuda", contava-me ela: "Quantas catraias eu não vejo de olhos a brilhar porque queriam calçar de soutien o mesmo que eu. Pobres almas. Corta-me o espírito e constrange-me os peitos sentir a tristeza das pequenas. Uma perguntou-me certa vez “Dona Edileusa não faz mal às costas todo esse peso?”, com sapiência respondi “Oh minha querida um 44 biqueira larga, como o meu, dá sempre jeito sobretudo no casamento!”. E porquê? Porque no meu casamento é sempre o Agostinho quem tem dores de cabeça. Quando fazemos o amor, confesso que me entusiasmo e quando sei já uma mama lhe acertou em cheio e lá ficou o Agostinho desmaiado."

Na continuação da conversa..."A culpa deste recurso massivo aos implantes de silicone é das farinhas que dão às catraias na infância, coitadinhas, depois as moças ficam todas parecidas com os pais: tábuas de passar a ferro. São as farinhas e os cereais com açúcar em excesso que dizimam o gene dos seios fartos! Alguém com estudos que faça algo pelas mulheres, porque as novas gerações nascem com o mesmo direito a usar decote que as anteriores gerações! Além do mais imaginem só o incómodo que é quando uma mulher implantada morre..."


O bom humor surge da seguinte forma..


a) Enterrada num caixão como manda a tradição – Os organismos decompositores entram em acção e vão alimentar-se do silicone. Os mais sensíveis, coitados, morrem os mais robustos podem sobreviver, mas com que qualidade de vida? E se esses sobreviventes durante a quimiossíntese em pleno solo começam a afectar os nossos alimentos? Já se imaginaram a comer um cozido à portuguesa com a batata a saber a silicone?


b) Cremada como manda a moda – O cheirete que deve ser para quem está à espera que a defunta vá para o vasinho a plástico queimado? E os gases emitidos para a atmosfera?


c) As implicações dos implantes no divino (salvo seja) - Um alma chega ao céu munida de implantes de silicone nos seios. Partindo do principio que a reencarnação existe, então a morte é só a devolução de um produto com defeito. Ora, Deus (façam todos o sinal da cruz, mostrem respeito), como fabricante está no seu pleno direito de se recusar aceitar um produto modificado por um agente não autorizado, certo? Porque motivo quando compram um computador recebem sempre o aviso de caso ocorram problemas ir somente a um técnico da marca? Porque se forem a outro que não o da marca a garantia perde imediatamente a validade. O mesmo pode ocorrer com aceitação da alma humana pela parte de Deus!Para quando o valor da mama biológica verdadeiramente reconhecido?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Diálogo interno


- Fartei-me.

- De?

- Do que era.

- Temes a exaustão do que serás?

- Nunca.

- Porquê?

- Quando traço mal o meu trilho, deturpo o seu rumo.

- Então que fazes?

- Recolho-me. Afasto-me. Volto às bases.

- E…?

- Usando um renovado mapa mental, recomeço a jornada.

- Demasiado ermo…

- Podes contar contigo próprio sempre, essa é a norma. Se recorreres à excepção, conta um pouco com os outros.

- Aprecio esses a quem chamas “outros”.

- Por vezes o piso é falso. Nunca sabes quanto tempo perduram, nem porque permanecem.- Intimidas-me…

- Podes colorir a tua vida, mas se lhe juntas muitas cores… tens uma vida em branco… O prisma ensina-nos isso…

- É mau?

- É um risco.

- Devo evitá-lo?

- Deves absorvê-lo.

- Porque não posso ter todas as cores?

- É fundamental muita sapiência para na homogeneidade do policromático distinguir a heterogeneidade do monocromático. Recorda sempre isto.

- Que ganho com isso?

- Sê feliz por saber que não perdes nada.

- Quero arriscar!

- Faça-se!

- Não me vais impedir?

- Não… só mais uma coisa…

- Devo apontar?

- Sim, com o teu melhor eu. Serás bestial ou besta, repensas, e renasces. És o arquitecto, engenheiro e empreiteiro de ti mesmo.

- Quem és?

- Fénix.

- És um mito! Não existes!

- E tu existes?