domingo, 4 de março de 2012
every second of this video clip is about me ...
sábado, 3 de março de 2012
Os fantasmas são como as cartas de amor...
Nobody said it was easy!
Assédio Rodoviário
Anda por aí uma espécie nas estradas deste nosso Portugal, que me faz espécie.
Uma espécie masculina a transbordar de testosterona desesperada que quando vê uma mulher a conduzir um carro, "persegue-a" como se daí tirasse algum prazer (e penso que tiram).
Ora o processo começa, quando ultrapasso um carro e percebo rapidamente que esse carro que ia a "engonhar" me ultrapassa.
Penso... Ok. Não há-de ser nada. 'Tás a 'filmar' outra vez. Não 'paniques'.
Depois começa a "engonhar" outra vez, pelo que me vejo obrigada a ultrapassar, uma vez que tenho mais que fazer do que andar a perseguir pessoas na auto-estrada.
Pois que ao ultrapassar, uso a minha visão periférica do canto do olho, e imediatamente percebo que ali ao volante do carro alheio, segue um bicho colado ao vidro embaciado a fazer olhinhos e beicinho nojentos. (quando esta espécie anda aos pares, pois que a gravidade da situação sobe de nível, dado que estamos perante a taradice pura ao quadrado).
Recomponho-me e sigo caminho. Eu não vi nada. Eu não vi nada.
Mas muitas vezes a história repete-se vezes e vezes sem fim. E eles ultrapassam, e fazem piscas, apitam, accionam o pára-brisas a esbanjar água...pfffff não há pachorra para estes energúmenos, que me põem a tremer das pernas e a espumar da boca.
É nestas alturas que percebo que afinal os tunnings são totalmente inofensivos.
Esta espécie pode-se manifestar em bichos de várias classe sociais, nos mais diversos veículos.
Algumas vezes optei por parar em bombas de gasolina, coisa que felizmente nenhum destes bichos do alcatrão se atreveu a fazê-lo.
E eu pergunto: Porquê Senhor, porque é que esta espécie existe mesmo?
O assédio rodoviário devia dar multa...
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
My life is based on a true story
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
:( RIP Eve
sexta-feira, 8 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011
hush hush...

Sigo em ritmo acelerado, demasiado ocupada para me aperceber da sua proximidade. Só quando já está a uma distância obscena é que grito: "Mas quem és tu para te colares ao meu rabo desta forma?!". "É um homem, só podia". Suspiro fundo, apresso-me e sinto o meu mau feitio a falar mais alto. Nunca percebi esta mania masculina de se aproximarem demais. Será pelo gosto do perigo? Ou querem apenas demonstrar a virilidade, correndo o risco de verem o meu dedo do meio espetar-se no ar sem qualquer pudor? Ele continua atrás de mim e eu volto a andar mais devagar, desta vez em tom provocatório: O gozo agora é meu. "Se me queres tocar no rabo, quem sofre as consequências és tu", penso. Na realidade, até me dava jeito essa ousadia. Ele, como sabe que não pode cumprir a ameaça sem se meter em maus lençóis, abranda também. Rendido. Com ar de quem sabe que está agora a ser gozado pelo meu sorrisinho malicioso, enquanto canto descontraidamente o que está a passar no rádio. Finalmente ele faz aquilo que já devia ter feito: Ultrapassa-me pela faixa de esquerda, que esteve sempre vazia durante este idiota, mas habitual, duelo. "Os homens são tão básicos na estrada"... não consigo evitar este pensamento.



